nans @ 16:16

Dom, 14/10/12

Oh Paris, Paris ... o reboliço que este livros estava a causar no meio dos fãs da Gena Showalter. A senhora massacrou tanto o pobre Paris que a expectativa em relação ao livro era enorme ... já para não falar no facto de ele ser o guardião da Promiscuidade, logo seria de esperar um livro bastante sensual.
Desenganem-se. Não, o livro não tem nada de mais, comparado com os restantes. Seria de esperar que sendo o Paris quem é que o livro tivesse aquela pitada de sensualidade, mas, na minha opinião, ficou muito aquém das expectativas, pelo menos nessa área.
E depois temos a Sienna. Nunca percebi o reboliço em volta desta personagem. Parecia que a rapariga tinha mel. Okay, o Cronus andou a enche-la de Ambrosia e básicamente ela tornou-se uma droga andante para seres imortais, mas tirando isso nunca percebi o porquê de o Paris ser obcecado por ela, o Cronus igualmente, os anjos ... a rapariga não tinha descanso. Mas agora percebo o porquê.
A senhora Showalter deu ali uma reviravolta na história que uma pessoa até fica a olhar para o livro como um burro a olhar para um palácio.
Segundo as profecias, o Galen iria matar o Cronus e a única maneira do Cronus evitar isso era fazer com que a Sienna ficasse do seu lado. Claro que a Sienna teria que ficar do lado do Cronus ... é ela que o mata. Yup, o Cronus e a Reia vão desta para melhor e andam dois demónios soltos. Mas voltando á profecia. Segundo o quadro profético da Danika, o Galen está de frente para o Cronus blá blá blá, mas é impossivel ver quem está por trás do Cronus. Surpresa das surpresas, é a Sienna.
Resumindo, a Sienna acaba por cortar a cabeça ao Cronus e como consequência mata a Reia e acaba por se tornar a rainha dos Titãs e também fica com os poderes do Cronus.
Mas as surpresas não se ficam por aqui, isso é que era bom. Aparecem novos guardiões e é revelado que o Galen alberga não um, mas dois demónios. Assim sendo, temos a Fox (Desconfiança), o Púkinn (Indiferença), a Viola (Narcisismo), o Cameron (Obsessão) e a Winter (Egoísmo). O Galen para além da Esperança é guardião também do Ciúme. Fiquei mesmo espantada por ele albergar dois demónios, mas isso explica muita coisa em relação á personagem.
Quanto aos novos guardiões, é dificil falar muito deles, porque pouco é revelado sobre eles, excepto da Viola. Cheira-me que em breve será lançado o livro dela.
Depois disto tudo, temos a GRANDE revelação. Okay, para a história, não é nada de mais, mas eu tive que pousar o livro durante um minuto e assimilar a noticia. O Paris é conhecido pelas suas one night stand e no meio dos milhões de pessoas com quem ele dormiu ao longo dos anos, eis que se encontra um nome bastante familiar no meio da lista. Pois é, parece que não foi apenas a Kaia a render-se aos encantos do Paris, o próprio Strider, que tanto recriminou a pobre da Kaia, teve também uma one night stand com ele. Achei fascinante e não podia deixar de partilhar.
Depois temos o meu querido Torin. Okay, não foi muito abordado neste livro, mas quando a senhora Showalter se dignou a falar dele, foi uma revelação bombástica. O Cronus entregou a Chave (uma chave que abre todas as fechaduras e anula todas as maldições) ao Torin e deu-lhe a oportunidade de finalmente perder a virgindade sem matar ninguém. Se ele foi para a frente com a história da virgindade ou não, não sei, mas ele tem a chave e sabe agora qual o truque para se livrar do grande V, por isso ... é uma esperança para o meu menino.
E o Kane lá continua no inferno. Tal como já se sabia, ele vai desencadear o Apocalipse (é estranho pensar nisso sem me lembrar do Sam Winchester) e por breves momentos pensei que ele se ia livrar disso, porque ele estava a descrever a Viola quando estava, supostamente, a ser salvo, mas de repente ele apercebe-se que a rapariga afinal é morena e a descrição corresponde á rapariga que faz parte do grupo dos cavaleiros do apocalipse, por isso ... é espera para ver.
Gostei do livro? Gostei. Surpreendeu? Não muito. Como tem sido frequente nestas autoras, a sensualidade que nos habituou tem desaparecido aos poucos, talvez porque recorrem sempre ao mesmo, sempre o mesmo tipo de descrição. E como já disse, esperava algo mais picante, tratando-se do livro do guardião da Promiscuidade.

Sinopse;
Possessed by the demon of Promiscuity, immortal warrior Paris is irresistibly seductive-but his potent allure comes at a terrible price. Every night he must bed someone new, or weaken and die. And the woman he craves above all others is the one woman he'd thought was forever beyond his reach…until now. Newly possessed by the demon of Wrath, Sienna Blackstone is racked by a ruthless need to punish those around her. Yet in Paris's arms, the vulnerable beauty finds soul-searing passion and incredible peace. Until a blood feud between ancient enemies heats up.Will the battle against gods, angels and creatures of the night bind them eternally-or tear them apart?




nans @ 16:10

Dom, 14/10/12

Dizer que gostei e que ao mesmo tempo fiquei furiosa com este livro, é pouco. 
A verdade é que pouco ou nada tenho a dizer em relção ao casal principal, John e Xhex, porque a história é sempre a mesma, saindo pouco do habitual da saga. Esperava mais? Sim, muito mais, afinal é o John e a história dele e da Xhex já vem sendo construida desde o livro do Rhage (ou do Zsadist?). 
No final do livro do Rehv a Xhex foi raptada pelo Lash e a primeira coisa que me veio á mente quando comecei a ler este livro foi "Bella & Zsadist all over again". Não estive muito longe disso, apesar do John não ser uma personagem tão violenta quanto o Z. E talvez sejam as semelhanças entre os dois livros que me fez achar o livro tão desinteressante e interessante ao mesmo tempo. Não é segredo nenhum que, apesar de o Z não ser a minha primeira escolha como personagem preferida (cofcofvishouscofcofqhuinncofcof), o livro dele continua, até hoje, a ser o meu preferida em toda a saga. 
E depois temos as relações entre as personagens. E há tantas falhas a esse nível que nem sei se vou conseguir enumerar todas. 
A Beth e o John, esse foi o enorme falhanço do livro. Eles são meios-irmãos e a relação deles não foi muito aprofundada nos livros anteriores e acho que, sendo o livro do John, a autora deveria de ter aprofundado mais isso. No decorrer do livro eles nunca estão juntos, a Beth nunca vai confortar o irmão, é quase como se fosse estranhos. E depois, como obra do espírito santo, eles vão comprar um colar para o John oferecer á Xhex. 
Depois temos a relação do Qhuinn e Blay com o John. Nos livros anteriores vemos o trio sempre junto e neste isso é quase uma miragem. É como se eles não passassem de simples camaradas e por mero acaso lutam lado a lado e nada mais. 
As relações existentes nos livros anteriores parecem desaparecer neste livro e essa é, na minha opinião, a maior falha do livro. 
Depois das relações existentes/inexistentes, temos a história de dois jornalistas que aparece completamente desconectada da história da irmandade e é aí que a autora ganha pontos. A história desses dois jornalistas, que estão a investigar uma pousada assombrada, não tem nada de mais e muito menos é interessante, mas deixa uma pessoa intrigada. Quer dizer, estamos a ler uma história de vampiros e ali no meio aparece uma equipa de jornalistas a perseguirem fantasmas ... o que raio tem uma coisa a ver com a outra? Será que o gajo (é um casal) vai ser o novo vilão? Será que a história não tem nada a ver com a saga e foi apenas inserida no livro para o leitor dar cabo dos neurónios a pensar o que raio tem uma coisa a ver com a outra e no fim não ser nada? Yup, eu pensei nisso, porque á medida que me aproximava do final do livro (a cerca de 10 páginas do final do livro, mais coisa menos coisa) e o mistério ainda estava por resolver. Mas era ... era algo. 
Bem, no livro do Rehv, a Xhex afirma que teve um amante que por acaso era um membro da Irmandade, Murhder, e que se passou quando descobriu que ela era Sympath e tentou resgatá-la da colónia. Oras, o dito fantasma é nem mais nem menos que o nosso amigo Murdher. O que me leva a pensar "ora mais um irmão, mais um livro".
E juro que o suspence fica todo por aqui. Ao longo do livro é-nos apresentada passagens da vida do Darius, o pai do John, e ele e o Tohr salvam uma vampira que acaba por aparecer grávida de um Sympath. Nenhuma surpresa, porque acho que é demasiado óbvio quem é o bebé.
Ponto positivo; a mudança na Xhex. Pela primeira vez ela é apresentada como uma personagem com sentimentos, vúlneravel ... capaz de amar e ser amorosa. Mas quando é para dar uma carga de porrada em alguém, ela volta a ser a Xhex que se vê nos livros anteriores. E passa o livro sempre nessas transições, o que estranhamente até gostei.
E agora as restantes personagens ... 
Eu juro, mas é que juro mesmo, que se a senhora Ward não juntar o Qhuinn e o Blay, eu deixo de ler os livros e encarrego-me pessoalmente de estraçalhar o Saxton e a Layla. Sim, porque aposto que serão eles os motivos mais óbvios para aqueles dois não ficarem juntos.
Confesso, eu gostei do Saxton quando ele foi apresentado no "Lover Avenged", mas não gostei do Saxton que encontrei neste livro e não, não foi por o Blay ter perdido a virgindade com ele. O Saxton é-nos apresentado, neste livro, como uma personagem desavergonhada e ... vá, á falta de melhor palavra, atiradiço. Demasiado atiradiço. Não gostei.
A Layla ... bem, nunca foi uma personagem que me chamasse a atenção e quando o fazia, era pelas piores razões. Básicamente não há outra palavra para a descrever que não seja "prostituta". Primeiro, queria ir para a cama com o Rhage, depois com o Phury e agora ... surpresa ... com o Qhuinn. Pergunto-me quem se seguirá quando o Qhuinn lhe der com os pés.
Mas ... e obrigado senhora Ward ... ela criou ali momentos bastante bons entre o Qhuinn e o Blay e tenho a dizer que adorei quando o Qhuinn ficou todo possessivo com o Blay, porque ele ia ter um encontro com o Saxton, e acabou por se "chibar" todo e deixou que o seu aroma de macho acasalado fluísse ... POR CAUSA DO BLAY!!!!
Eu espero bem que ela junte aqueles dois e o mais rápido possivel, porque a saga está mais do que a perder o interesse e a maioria dos fãs (como tenho andado a descobrir) está a deixar de ler a saga.
E prontos, o livro seguinte desta saga é o da Payne e ... não tenho qualquer curiosidade de o ler. Verdades é para se serem ditas e da maneira que a saga está a perder qualidade, eu até tenho medo dos livros seguintes.

Sinopse;
John Matthew has come a long way since he was found living among humans, his vampire nature unknown. Taken in by The Brotherhood, no one could guess what his true history was-or his true identity. 
Xhex has long steeled herself against the attraction to John Matthew. Until fate intervenes and she discovers that love, like destiny, is inevitable.




nans @ 16:09

Dom, 14/10/12

Depois de tantos livros que li desta senhora, este não me apresentou nada de novo ... a não ser sexo pelo telefone. Okay, dito assim parece outra coisa, mas prontos. A verdade é que não há muito por onde variar nas cenas mais eróticas, porque os autores não querem ser muito puritanos, mas também não querem ser muito desavergonhados. A senhora Ward decidiu variar um pouco e acrescentou uma cena de sexo por telefone entre o Rehv e a Ehlena. Tirando o isso, o livro é mesmo de sempre, o tipico da Irmandade da Adaga Negra.
Algo que notei no livro do Phury e volta a repetir-se neste é que a autora dá mais importância as outras histórias do que ao casal principal e por muito que goste que as coisas não se centre apenas no casal principal, há limite para tudo e neste caso chega a ser um exagero.
Por esse motivo, decidi ir pelos pontos de vista presentes neste livro.
Wrath. Sim, a autora volta a recorrer a esta personagem e por muito que adore o rei vampiro, o livro dele já foi editado e a presença dele no livro Lover Avenged é tão reforçada que chega quase a ofuscar as personagens principais.
O rei mete-se em sarilhos por decidir sair de trás da secretária, arregaçar as mangas e matar uns minguantes. Acaba por ser descoberto e têm problemas com a rainha. Problemas no casamento e como se não bastasse, há uma plano para o assassinar e ele acaba por ficar cego (não como consequência do dito plano).
Confesso que sempre tive curiosidade por ler algo mais sobre as personagens que já tiveram o seu próprio livro, porque a autora dá-lhe o "final feliz" e depois nunca mais recorre a elas, mas também chega a ser um exagero a importância que o Wrath tem neste livro, porque é-lhe dada mais importância do que ao Rehv ou á Ehlena que são as personagens principais.
Depois temos o Lash. Nunca gostei da personagem, nem mesmo das passagens referentes aos minguantes. E neste livro cheguei mesmo a ponderar passar essas partes á frente porque para além de desinteressantes, elas apenas estavam ali para encher chouriços.
A sociedade minguante anda com problemas de dinheiro e como é que o Lash, o novo líder da sociedade, decide resolver isso? Trafico de drogas. Até aí tudo bem, mas que me interessa a mim saber que esta ou aquela transacção correu bem? Quer dizer, bastava escrever que eles estavam a ganhar dinheiro com o tráfico e estava feito, não é preciso meter palha só para o livro ser volumoso. Já para não falar o quão desinteressante chega a ser. Eu chegava ao cúmulo de para de ler quando chegava a essas partes, porque me dava sono e tinha que recuperar energias e vontade de ler. Sim, o Lash tem um papel importante, especialmente no próximo livro da saga, mas que me interessa que ele matou este traficante e comprou um apartamento com um frigorifico cheio de comida? O livro já é extenso, não precisa de palha.
Depois temos a Xhex e o John. Entre estes dois está tudo "normal". Quer dizer, a autora apresenta sempre o casal principal do próximo livro antes deste ser escrito, por isso ... informação essencial e bom desenvolvimento.
A Xhex "destrói" a inocência do John ao tirar-lhe a virgindade, fazendo com que ele se torne um mini Qhuinn, com um vício em alcool.
Gostei bastante de ver a Xhex mais "humana", por estamos habituadas a ver a Xhex como uma bad ass e que não atura merdas de ninguém, mas quando o Rehv desaparece ela fica completamente desnorteada, já para não falar o quão destroçada ela fica quando vê o que o John está a passar.
Por fim, antes do casal principal, temos o Tohr. Nunca foi daquelas personagens que me chamasse a atenção, mas desta vez foi impossivel ... ele vem acompanhado por um estranho anjo que já apareceu no livro anterior, Lassiter. Muitas gargalhadas dei á custa deste anjo. Toda a gente o que ver pelas costas e toda a gente lhe quer dar uma carga de porrada.
A história, supostamente, principal é a do Rehv e da Ehlena. É impossivel uma pessoa não gostar deles. Confesso, a Ehlena está longe de ser a minha personagem feminina preferida, mas depois de se ver o percurso da personagem, é impossivel não se ficar feliz por ela ter o seu final feliz.
O Rehv. Finalmente ... o homem merecia um pouco de felicidade e neste livro é óbvio a vida infernal que ele passou, já para não falar no seu acordo com "a princesa". Que é meia irmã dele. Yup, a senhora Ward esqueceu-se desse pormenor no livro anterior.
Tenho a dizer que se alguém encontrar um homem como o Rehv, encontrou o "el dourado", porque o homem é mesmo uma coisa rara e a história dele é tão trágica como a do Zsadist.
Não posso também deixar de referir o Saxton ... a grande entrada do Saxton que promete abalar o mundo do Blay, o que me faz ansiar por ler o próximo livro.

Sinopse;
Ward powers into hardcover with the tangled seventh title in the Black Dagger Brotherhood series, picking up four months after the end of 2008's Lover Enshrined. Rehvenge, a symphath vampire who gets energy from manipulating others' emotions, is recruited by a group who want to displace vampire king Wrath, a gruff, determined vigilante. Rehvenge is also falling hard for vampire nurse Ehlena, who disdains his affections and focuses on caring for her ailing father. Ward easily juggles numerous personal and political plot lines, keeping the tension revved high while moving forward with subplots that have lingered for several books and will please longtime fans seeking resolution. New readers may be a little lost despite a helpful glossary, but the fast pace and cliffhanger ending will have fans wishing they could start the next book right away.




nans @ 16:08

Dom, 14/10/12

Posso dizer que adorei sem que seja suspeito? É que adorei mesmo.
Antes de mais tenho que explicar no que este livro se insere. Quatro autoras criaram quatro irmãos e inseriram nas suas historias contos infantis e eis que nasceu The Royal House of Shadows.
Este é o primeiro livro da saga e começou lindamente. A historia de Nikolai e Jane é inspirada na história de Alice no País das Maravilhas, mas algo me diz que não foi apenas essas história que inspirou este livro. Portanto, off records, digamos que é umas espécie de Alice no País das Maravilhas, encontra Acheron e junta uma pitada de Gena Showalter. Sim, Acheron de Sherrilyn Kenyon. Porquê a minhas suspeita? Porque o Nikolai é-nos apresentado como um escravo sexual, tal como o Ash. E tenho a dizer que adorei a junção que a senhora Showalter fez.
Claro que não podia faltar a escrita bem humorada da autora, que é uma das caracteristicas que mais adoro nos livros dela. Desta vez ela aproveitou e fez ali umas piadinhas relacionadas com a saga Twilight e graças aos santos por isso, porque me fez rir bastante.
O que posso dizer? Gena Showalter no seu melhor e estou ansiosa pelo próximo livro da saga, escrito pela Jill Monroe e que faz referência ao conto da Rapunzel.

Sinopse;
Once upon a time…the Blood Sorcerer vanquished the kingdom of Elden. To save their children, the queen scattered them to safety and the king filled them with a need for vengeance. Only a magical timepiece connects the four royal heirs…and time is running out.

Nicolai the Vampire is renowned for his virility, but in a cruel twist of fate “The Dark Seducer” has become a sex slave in the kingdom of Delfina—stripped of his precious timepiece and his memory. All that remains is a primal need for freedom, revenge—and the only woman who can help him.

When the wanton vampire summons Jane Parker, she is helpless to obey. She's drawn to his dark sexuality and into his magical realm. But for this human, all is not a fairy tale. For saving Nicolai could mean losing the only man she's ever craved...




nans @ 16:07

Dom, 14/10/12

Gosto de dar uma segunda oportunidade a todos os autores e esta não foi excepção e ainda bem. Depois de ter lido o primeiro livro da saga fiquei um pouco apreensiva, porque em Desejo Insaciável a autora foca-se imenso nas partes eróticas da história, o que faz com que história em si seja deixada de lado. Neste livro não, é completamente diferente.
Confesso que inicialmente dei uma segunda oportunidade a esta saga porque a personagem Nix aparece nos livros da Gena Showalter, por isso estava curiosa e tendo em conta que ambas as autoras são grandes amigas, a curiosidade aumentou.
Como disse, a autora explora mais a vertente da história do que as cenas eróticas, mas nem por isso o livro deixa de ter aquela pitada sexy, digna de comparação com Sherrilyn Kenyon, J.R. Ward e Gena Showalter.
Gostei bastante de ver que á medida que a história ia avançando as personagens também iam mudando. Sebastian passa de um vampiro deprimido a ansiar pela morte a um vampiro determinado e confiante, enquanto que Kaderin passa de uma Válquiria forte e decidida a uma Válquiria compreensiva e dominada pelos seus sentimentos. A pouco e pouco Sebastian começa a tornar-se a personagem dominante e a Kaderin passa a ser a heroína apaixonada.
Também nos é apresentado um vislumbre da história de Bowen, que é a personagem principal do próximo livro. Tal como eu gosto.
O primeiro livro da saga assusta qualquer um, mas ainda bem que dei uma segunda oportunidade porque é mesmo o género de livro que eu gosto.
E tal como suspeitava, a tradução para português engana imenso, uma vez que a escrita da autora é bem mais complexa do que imaginava. Ela chega ao pormenor de escrever as falas das personagens conforme as suas origens. Por exemplo, Bowen é escocês e isso nota-se nas suas falas, mesmo que a autora não referisse a sua origem.

Sinopse;
A soldier weary of life . . .

Centuries ago, Sebastian Wroth was turned into a vampire -- a nightmare in his mind -- against his will. Burdened with hatred and alone for ages, he sees little reason to live. Until an exquisite, fey creature comes to kill him, inadvertently saving him instead.

A Valkyrie assassin dispatched to destroy him . . .

When Kaderin the Cold Hearted lost her two beloved sisters to a vampire attack long ago, a benevolent force deadened her sorrow -- accidentally extinguishing all of her emotions. Yet whenever she encounters Sebastian, her feelings -- particularly lust -- emerge multiplied. For the first time, she's unable to complete a kill.

Become competitors in a legendary hunt.

The prize of the month-long contest is powerful enough to change history, and Kaderin will do anything to win it for her sisters. Wanting only to win her, forever, Sebastian competes as well, taking every opportunity -- as they travel to ancient tombs and through catacombs, seeking relics around the world -- to use her new feelings to seduce her. But when forced to choose between the vampire she's falling for and reuniting her family, how can Kaderin live without either?