nans @ 16:04

Dom, 14/10/12

Sinceramente, nem sei se este livro me agradou ou se desiludiu, o que sei é que não o consegui largar.
Ponto assente; adoro o Qhuinn e estou mesmo ansiosa por saber o que raio vai acontecer entre ele e o Blay. E aí é que está o meu desagrado com o livro.
O livro é enorme, mais de 600 páginas, e era suposto ser o livro do Phury, a história dele e da Cormia, mas a autora arriscasse em acrescentar imensas histórias no meio. Não digo que isso seja mau, porque não é, mas nota-se que não houve qualquer atenção em relação à historia do casal principal. Se retirarmos as outras histórias, restam umas meras páginas em relação ao Phury e a Cormia.
Isso é mau, porque acaba-se por achar que as outras histórias são muito mais interessantes e ficamos mais curiosos em relação a outras personagens.
E foi isso que aconteceu comigo. Acabei por ficar muito mais curiosa em relação á história do Qhuinn e do Blay do que em relação ao Phury e a Cormia, o que nunca antes tinha acontecido num livro desta autora.
E depois temos o tipico erotismo dos livros da senhora Ward. Esqueçam, apenas se vê um vislumbre do que ela nos habituou. Este livro está mais focado na história, no desenvolvimento da luta entre a Irmandade e os Minguantes.
É esperar mais meio ano para saber o que se desenrola no próximo livro (sim, porque demora quase meio ano para cada livro sair).

Sinopse;
Em Caldwell, Nova Iorque, a guerra entre vampiros e os seus assassinos torna-se mais sangrenta e perigosa. A única esperança é um grupo secreto de irmãos - vampiros guerreiros, acérrimos defensores da sua raça. E Phury é o mais fiel à Irmandade da Adaga Negra. Casto e leal, Phury sacrifica-se pela raça, assumindo a responsabilidade de dar origem a toda uma nova geração de vampiros guerreiros que continuará a proteger a raça e a manter vivos os costumes. No entanto, Phury terá de enfrentar a voz interior que o atormenta e combater o vício que o afasta da batalha cada vez mais sangrenta entre vampiros e os seus inimigos. Mas a sua única salvação é um amor proibido que pode condenar toda a raça. O desejo que Cormia sente por Phury vai muito para além da obrigação e do futuro da raça. Dividida entre a responsabilidade e o amor pelo macho que tem de partilhar com as fêmeas escolhidas, Cormia esforça-se por se conhecer a si própria e salvar o seu amado.