nans @ 22:26

Qui, 27/09/12

Confesso que inicialmente não era grande fã da escrita de Sherrilyn Kenyon, mas depois de ter dado uma segunda oportunidade ao livro Amante de Sonho, fiquei apaixonada pela saga, o que me incitou a comprar os restantes livros; Acheron, Prazer da Noite e O Abraço da Noite.

Depois de ler Prazer da Noite, a minha opinião em relação á saga tornou-se ainda mais solida, e posso afirmar que estou completamente viciada. 
Prazer da Noite apresenta-nos um protagonista apaixonado, muito idêntico ao homem que todas as mulheres idealizam. Um ser apaixonado e atormentado, que apenas quer ser amado e constituir família. Demasiado lamechas? Sim, mas quem é que não gosta de lamechices de vez em quando?
Quando comecei a ler, a minha reacção inicial foi; "oh não, mais um livro de vampiros", mas á medida que ia lendo aquelas palavras, fui-me esquecendo completamente que ele era um vampiro, tal é a ausência das tipicas mordidelas e trocas de sangue. A autora apenas nos relembra do estado vampiresco da personagem quando os seus ciclos se apresentam trocados, bem como quando há raios de sol envolvidos.
A escrita mantêm-se a mesma que no livro anterior, apenas acrescentando uma pitada de romance a mais.
Sem dúvida, um livro que aconselho a quem pretenda ler algo romantico, com sexo explícito á mistura, bem como acção.

Sinopse;
“Querida leitora, Alguma vez quis saber como era ser imortal? Viajar pela noite caçando os vampiros que perseguem os humanos? Ter riqueza e força ilimitadas? Essa é a minha vida e é escura e perigosa. Sou herói de milhares, mas ninguém me conhece. E adoro todos os minutos. Pelo menos era o que eu pensava até que, certa noite, acordei algemado ao meu pior pesadelo: uma mulher conservadora, de camisa apertada de cima a baixo. Ou, no caso de Amanda, abotoada até ao queixo. É inteligente, sensual, espirituosa e não quer ter nada a ver com o paranormal, por outras palavras, comigo.
A minha atracção por Amanda Devereaux vai contra tudo aquilo que represento. Já para não dizer que, da última vez que me apaixonei, isso me custou não só a minha vida humana como a minha alma. Ainda assim, sempre que olho para ela, dou por mim a desejar tentar de novo. A
desejar acreditar que o amor e a lealdade existem. Ainda mais perturbador, dou por mim a perguntar se haverá alguma forma de uma mulher como Amanda amar um homem cujas cicatrizes da guerra são profundas, e cujo coração foi ferido por uma traição tão selvagem que não
sei se voltará a bater de novo.

Kyrian da Trácia"