nans @ 22:52

Qui, 27/09/12

Confesso que até há bem pouco tempo nem sequer fiz tal associação, mas Caçadores de Sombras é uma espécie de Star Wars literário, mas claro, de um modo sobrenatural.
Claro que não vou estar para aqui a enumerar as razões para tal afirmação, porque senão iria desvendar algumas situações do livro que acabariam por tirar toda a piada a quem faz tensões de ler a saga. Fiquemo-nos pela luta entre o bem e o mal.
A nível de escrita; bom. A sério.
Hoje em dia todos os livros baseiam-se no consumo rápido e são escritos sem qualquer cuidado a nível linguistico e descritivo, mas a autora não se deixou levar por esse tipo de escrita e apresenta, tal como no primeiro volume, uma escrita cuidada, simples, mas mesmo assim cuidada e minimamente completa.
É um bom livro e aconselho vivamente a saga para quem estiver interessado em ler algo decente.


Sinopse;
Clary Fray só queria que a sua vida voltasse ao normal. Mas o que é normal quando se é um Caçador de Sombras? A mãe em estado de coma induzido por artes mágicas, e de repente começa a ver lobisomens, vampiros, e fadas?
A única hipótese que Clary tem de ajudar a mãe é pedir ajuda ao diabólico Valentine que, além de
louco, simboliza o Mal e, para piorar o cenário, também é o seu pai. Quando o segundo dos Instrumentos Mortais é roubado, o principal suspeito é Jace, que a jovem descobriu recentemente ser seu irmão. Ela não acredita que Jace de facto possa estar disposto a abandonar tudo o que acredita e aliar-se ao diabólico pai Valentine… mas as aparências podem iludir.