nans @ 20:04

Dom, 30/09/12

Sem querer, encontrei uma Mini Sherrilyn Kenyon. Mais soft que a saga dos Predadores da Noite, mas mesmo assim não deixa de ser um livro hot hot hot.
Humor, sexo, vampiros e acção, tudo combinado e temos A Iniciação, uma versão, tal como disse, mais soft da SK.
Foi um livro que me conseguiu prender desde a primeira página, o que é raro. A autora não se mete a divagar nas primeiras páginas, como é normal acontecer. Inicia logo a narrativa no que é importante e não em acontecimentos passados que levaram ao estado da personagem quando esta se apresenta.
Quanto ás teorias que o livro nos apresenta; são uma novidade, mas não pude deixar de pensar que algumas delas são um pouco ridículas, especial a de que os próprios vampiros procuram a extinção da sua própria raça. 
A escrita, como é óbvio, está na primeira pessoa (acho que é uma moda feia que veio para ficar), fluída e simples. Uma leitura deverás fácil.
Claro que, mais uma vez, tenho que evidenciar os erros ortográficos presentes no livro e também erros na escrita dos nomes de algumas personagens, o que é completamente inadmissível.
Mas erros á parte ... sem dúvida uma saga a seguir.


Sinopse;
Eu não sou cobarde. Quero deixar isso bem claro. Mas, depois de a minha vida se transformar num filme de terror, passei a levar o medo muito mais a sério. Tinha-me tornado na Dra. Carrie Ames apenas há oito meses, quando fui atacada na morgue do hospital por um vampiro. Haja sorte.Por isso agora sou uma vampira e descobri que tenho um laço de sangue com o monstro que me criou. Este funciona como uma trela invisível, pelo que estou ligada a ele, independentemente daquilo que faça. E, claro, ele tinha de ser um dos vampiros mais malévolos à face da Terra. Com o meu Amo decidido a transformar-me numa assassina sem escrúpulos e o seu maior inimigo empenhado em exterminar-me, as coisas não podiam ser piores - só que me sinto atraída pelos dois. Beber sangue, viver como um demónio imortal e ser um peão entre duas facções de vampiros não é exactamente o que tinha imaginado para o meu futuro. Mas, como o meu pai costumava dizer, a única forma de vencer o medo é enfrentá-lo. E é isso que irei fazer. Com as garras de fora.


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